Os corpos incorruptos | 20/08/2013


Irmã Santa Bernadette, no mundo mostras à humanidade, que uma pessoa, para chegar ao ponto como você chegou, que até o seu corpo continua inteiro até hoje pelo Poder de Deus, Nosso Criador.

O juiz deste mundo, quando ele pensa em destruir o que Deus fez, ele jamais terá força suficiente. Não só eu, que meu santo corpo continua intacto, e sim de muitos outros. Isto prova que O Nosso Bom Deus mostra O Poder que Ele tem, para que os que não acreditam na Eternidade, possam pensar um pouco melhor, que a vida não se acaba por aqui, aqui só foi o começo, a Vida começa depois que deixa a Terra em santidade. Para chegar ao ponto como eu cheguei, é preciso que a pessoa se entregue inteiramente ao Nosso Salvador. Foi por isso que Ele veio ao mundo pela primeira vez, para mostrar a toda a humanidade que nem tudo está perdido. Por isso, meu irmão Pedro II, tu foste escolhido para mostrar toda a verdade, que Deus existe, e não como os que se dizem servidores, que mostram o que pensam que são, mas a Vontade de Jesus não fazem, que é cumprir todos os Mandamentos. Até nisto eles não falam, deixam a desejar, nas Santas Missas, onde deveriam falar mais no Evangelho, e não no que o homem deixou de fazer, que seriam as histórias de cada um que se santificou. Como por exemplo, quase não se vê os padres falarem em mim, como tantos outros que continuam com o corpo intacto até hoje. São tantas histórias bonitas, que se eles procurassem falar mais sobre o bom comportamento dentro da Igreja, muitos não teriam saído dela, a Igreja que Jesus passou a Pedro I. Por ironia do diabo, quis ele acabar com tudo isto, só que se esqueceu que acima de tudo isto está O Nosso Criador, junto com Sua Santa Mãe que nos ensinou espiritualmente, como foi o meu caso. Ela, por Sua vez, me mostrou o Caminho que nos leva à Eternidade. A grandeza de Deus, Nosso Criador, está aí para que todos possam ver, meu corpo como de tantos outros, por inteiro, onde a terra não pode consumir.

Santa Bernadette e Pedro II

(Obs. Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição –Taquaras – Balneário Camboriú – Santa Catarina – Brasil. Informações (0xx47) 3367-7110) Mais Mensagens.

quarta-feira, 31 de maio de 2000

Santa Aurélia Petronina ou Santa Petronilla


Nasceu em Roma no primeiro século.

Por vários séculos a história dizia que ela era filha de São Pedro e que era tão bela e como havia recusado a proposta de casamento de um rico romano pagão chamado Flaccus foi presa em uma torre, mas teria feito uma greve de fome e morreu em três dias.



Entretanto, em inscrições antigas e recentemente encontradas, ela está listada como uma mártir da forma mais tradicional da época.

Noutra versão ela seria uma servente, que trabalhava com São Pedro e uma das várias convertidas por ele e seria a sua "filha espiritual". Parece ter sido parente de Santa Domitilla e foi curada de paralisia por São Pedro.




Sua relíquias estão na Basílica de São Pedro em Roma, Itália. Sua capela tem vários trabalhos de Miguelangelo e Bramante.
Quando seu caixão foi aberto para o translado, 
seu corpo estava incorrupto e a cabeça coberta com flores.

Na arte litúrgica da Igreja ela é mostrada sendo curada por São Pedro; 
2) segurando as chaves para ele ;
3) uma virgem com uma vassoura;
4) ao lado de São Pedro; 
5) recusando uma proposta de casamento, 
e 6) recusando um anel oferecido por um rei.

É a padroeira dos viajantes e dos golfinhos visto que 
em seu sarcófago havia um golfinho encravado nele.


Sua festa é celebrada no dia 31 de maio

http://www.cademeusanto.com.br/santa_petronilla.htm

Beata Camilla Batista da Varano









quarta-feira, 24 de maio de 2000

Venerável Maria de Jesus de Ágreda

Irmã María de Jesús de Ágreda, foi uma das grandes figuras do século XVII, a chamada "Época de ouro do Barroco"; um século também marcada pela decadência e crise generalizada, que a Espanha não escapou. No entanto, isso não foi obstáculo que o Senhor Deus fez seu trabalho na mão de Ágreda.




Corpo Intacto da Venerável Maria de Jesus de Ágreda, á mais de 345 anos.



Este simples, humilde, mulher, tímida, alguns anos de estudos; se tornaria ao longo do tempo: Conselheiro de figuras importantes, incluindo Filipe IV; evangelizar sem sair do seu convento, Wengen, abadessa, grande escritora, sua obra mais conhecida é a Mística Cidade de Deus, que conta a história da vida da Virgem Maria; também escreveu obras como sua autobiografia, El Jardín espiritual, Las Sabatinas, um tipo de diário espiritual e muitas outras obras.
Capa do livro, A Mística Cidade de Deus, revelações celestiais, provenientes da Santissíma Virgem.




Rei Carlos III e Don Juan José da Austria, ante os restos da Venerável Maria de Jesus de Ágreda.



Mas, Irmã María de Jesús de Ágreda foi, acima de tudo, uma mulher no amor com Deus; em sua vida tudo o que queria era tornar agradável aos olhos do Senhor mais elevado, e que a Virgem Maria no mistério da Imaculada Conceição, seu modelo a seguir. Disse Irmâ Maria a Virgem Maria: "Mãe, Senhora e Proprietária de mim, envie-me como Rainha, me ensinar como um professor, por favor, corrija-me como Mãe."

Fazer a vontade de Deus era seu prazer, e isso seriam doutrinas que dadas de Maria e escritos em A Mística Cidade de Deus. Outra manifestação do seu grande amor á Deus, foi seu amor ao próximo, e conseqüentemente, sua preocupação "salvo todos os homens e chegara um pleno conhecimento da verdade" (1 tm 2. 4).
A seguir uma serie de reportagens em video relacionados á gloriosa Venerável Dama Azul:


Fotos de Agreda:



segunda-feira, 22 de maio de 2000

Santa Catarina de Genova


Nasceu em 1447 filha de Giacopo Fieschi e Francesca di Negro em Genova, Itália a caçula de 5 filhos. Embora ela desejasse uma vida religiosa foi obrigada a se casar com Juliano Adorno quando seu pai morreu. O estilo de vida de Juliano resultou em grande desgosto e no final eles ficaram reduzidos a miséria. Ela conseguiu converte-lo e ele se tornou um irmão da Ordem Terceira de São Francisco e concordou em viver com ela como irmãos e em estrita continência.


Ela logo ficou famosa pelos seus trabalhos em hospitais e nos setores pobres da cidade. Em 1479 o casal foi trabalhar no hospital de Pammetone e Catarina se tornou diretora da instituição em 1490. Ela quase morreu na praga de 1493, mas se recuperou milagrosamente apesar da praga ter matado três quartos dos habitantes da cidade. Era mística e segundo a tradição curava apenas com sua benção e orações. Dois anos mais tarde ela esta muito cansada, mas continuou seu trabalho no hospital. Naquele mesmo ano, Dom Cattanneio Marabatto passou a seu o seu conselheiro espiritual.


Ela escreveu o famoso "Dialogo entre Alma e Corpo" e o "Tratado sobre o Purgatório" ambos reverenciados como notáveis livros sobre misticismo.
Ela veio a falecer em 14 de setembro de 1510 e logo seu túmulo passou a ser local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão.
Muitos milagres após sua morte.
Um amigo de Catherine, que estava muito doente, Catherine teve uma visão no céu, desfrutando da Luz Divina. Ele, então, pediu as enfermeiras do hospital que se moviam e colocada perto do corpo de Catherine, e passar a parte de seu corpo que ele estava doente, um vestido de pano de Catherine, naquele momento amigo de Catherine pediu intercessão do santo e foi imediatamente curada.


Ela foi canonizada em 1737.
É protetora das esposas com problemas, e casamentos com dificuldades.
Seu corpo permanece incorrupto na igreja do hospital onde atuou muitos anos. Seu nome original é o Santo Annunziata, mas acrescenta a Santa Catalina. Originalmente parte do hospital, mas esta foi destruída pela guerra, enquanto a igreja foi milagrosamente salvo. Hoje, a igreja é mantida pelos frades franciscanos.
Sua festa é celebrada no dia 15 de setembro.




Fonte:

sexta-feira, 19 de maio de 2000

Santa Joaquina de Vedruna



Santa Joaquina de Vedruna (ou Joaquima , em catalão ) (16 abril de 1783 - 28 de agosto, 1854) foi uma freira espanhol, fundadora das Irmãs Carmelitas da Caridade . Ela nasceu em uma família nobre. Em 1799, ela se casou com o advogado e proprietário de terras, Teodoro de Mas (a partir de Vic , em Barcelona província da Espanha ), com quem teve nove filhos. Seu marido morreu em 1816, ela se mudou com os filhos para sua propriedade em Vic. Aqui, ela iniciou suas atividades de caridade com as mulheres doentes e jovens. Seu diretor espiritual , o capuchinho Esteban de Olot, sugeriu que ela estabelecer uma congregação apostólica dedicada à educação e à caridade. O bispo de Vic , Pablo Jesús Corcuera , disse que o instituto deveria ser de inspiração carmelita. O mesmo bispo escreveu a regra em 6 de Fevereiro de 1826 e 20 dias depois, ela e outras oito mulheres professaram os votos. Dentro dos próximos anos, as Carmelitas da Joaquina, fundaram várias casas na Catalunha. Durante a Primeira Guerra Carlista (a guerra civil na Espanha 1833-1839), ela teve de fugir da Espanha, porque ela havia fundado um hospital na carlista, cidade de Berga, que foi ameaçado pelos combates. Como resultado, ela foi para Roussillon, França, onde permaneceu entre os anos de 1836-1842.
Sua congregação apostólica foi definitivamente aprovada em 1850. Apesar dos sérios desafios colocados pela guerra civil e da oposição secular, o instituto que fundou logo se espalhou na Catalunha. Depois disso, as comunidades foram estabelecidas em toda a Espanha e América Hispânica. 
Eventualmente, ela foi forçada a demitir-se como superiora de sua ordem, devido a doença, embora ela morrera durante uma epidemia cólera em Barcelona, ​​ela lentamente sucumbiu à paralisia ao longo dos últimos quatro anos de sua vida. Até o momento de sua morte em 1854 na idade de 71 anos, Joaquina era conhecida e admirada por seu alto grau de oração, profunda confiança em Deus e por sua caridade altruísta. Ela foi beatificada pela Igreja Católica em 1940 e foi canonizado em 1959.

Ela está enterrada nas Carmelitas da casa-mãe da Caridade em Vic. O corpo de Santa Joaquina de Vedruna,  encontrasse incorrupto. 

São Celestino V








terça-feira, 2 de maio de 2000

Beata Mafalda de Portugal




 Santa Mafalda passou para a história do povo português como "a rainha santa Mafalda". Ela foi uma das filhas do primeiro rei de Portugal, Sancho I, o Povoador, e da rainha Dulce de Aragão. Em 1184, quando nasceu, herdou o nome de sua avó paterna, Mafalda de Savóia, e tornou-se uma jovem muito bela. Recebeu a educação própria aos nobres. 

O rei Sancho I morreu em 1211, deixando o reinado para a rainha viúva e o poder efetivo ao ministro Nunes de Lara. Na época, por causa da guerra com os árabes muçulmanos, era importante para o reino de Portugal que se estreitassem os laços de amizade com o reino de Castela, ou seja, com a elite espanhola. Por isso o ministro Nunes acertou o casamento de Mafalda com o rei Henrique I, do trono de Castela. 


Entretanto, a mãe do rei Henrique I, que não queria o casamento, recorreu à Santa Sé alegando que os dois jovens reis eram parentes e muito jovens. Começou a correr o processo de anulação do casamento. Aos quatorze anos, o rei Henrique I morreu tragicamente. O papa Inocêncio III anulou o matrimônio e a rainha Mafalda regressou a sua pátria. 


Em Portugal, Mafalda passou a auxiliar monges e monjas com doações a mosteiros. Mais tarde, ingressou no Convento de Arouca, Portugal, e tornou-se monja cisterciense da Ordem de São Bernardo, de cujo convento só saia para fazer peregrinações à catedral do Porto, onde entregava suas jóias no altar de Nossa Senhora, de quem era muito devota. Vivia com humildade e usou sua riqueza patrocinando as obras de caridade, a reconstrução dos povoados, a construção de hospitais e as casas religiosas. 

Devido às obras de caridade que fez, o papa Alexandre IV, de próprio punho, agradeceu os serviços que ela prestou à Igreja em uma carta de 1255. Mafalda morreu no dia 1o de maio de 1257, no mosteiro de Arouca, Portugal, onde seu corpo foi sepultado. 




A fama da sua santidade foi logo crescendo e a população passou a referir-se a ela como "rainha santa Mafalda". No século XII, por ocasião da sua exumação, corpo e vestes estavam incorruptos. O papa Pio VI beatificou-a em 1793 e no ano seguinte autorizou o culto público e sua festa litúrgica no dia 2 de maio.